🌞 LUCAS 16 10 (Devocional)

 



🌞 LUCAS 16 10 (Devocional)

O QUE A PARÁBOLA DO ADMINISTRADOR INFIEL REVELA SOBRE NÓS?

A parábola do administrador infiel mostra Jesus fazendo um comparativo entre a atitude de uma pessoa infiel e o padrão que uma pessoa fiel deve ter. Ele fala sobre um administrador que foi denunciado por desperdiçar os bens de seu patrão. Naquela época, o administrador era responsável por cobrar dívidas; não recebia salário, mas vivia das comissões e dos juros abusivos.

Chamado pelo patrão e sabendo que seria destituído do cargo, o administrador infiel teve a ideia de negociar com os devedores, reduzindo suas dívidas. Ele acreditava que, agindo com misericórdia, quando fosse demitido, essas pessoas o receberiam em suas casas. Ao saber disso, o patrão elogiou a esperteza do administrador.

É importante entender que essa parábola não valida a atitude enganosa do administrador, mas nos chama atenção para o fato de que muitas vezes os que não seguem os princípios de Deus são mais astutos do que aqueles que seguem a Cristo. O administrador, para se salvar, agiu com misericórdia, enquanto nós, mesmo conhecendo a Palavra, muitas vezes não aplicamos seus princípios para vencer nossas lutas.

Assim, o Senhor nos ensina um princípio vital: quem é fiel no pouco é fiel no muito, e quem é infiel no pouco também será infiel no muito. O termo grego para “pouco” é elachístō, que significa algo irrelevante; já o termo para “muito” é pollō, relativo à abundância.

Hoje o Espírito Santo nos convida a refletir: muitas pessoas que não seguem a Cristo praticam atitudes que refletem valores cristãos, porque entendem que essas atitudes trazem recompensa. E nós, que tivemos um encontro com Jesus, muitas vezes não buscamos andar na verdade, mesmo sabendo que ela nos conduz à plenitude de Deus.

REFLEXÃO:

“Nas atitudes que o mundo considera irrelevantes, em Cristo essas atitudes geram a abundância da plenitude do Espírito”

TRADUÇÃO LITERAL:

"O que é fiel no mínimo também é fiel no muito; e o que é injusto no mínimo também é injusto no muito."





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